Bem-vindo a Sociedade Gnóstica Internacional

Sociedade Gnóstica

A Sociedade Gnóstica Internacional é uma organização sem fins lucrativos, uma Escola de Mistérios dos tempos atuais, um elo na grande cadeia mística de Mestres Espirituais que vêm se manifestando ao longo da história da civilização para mostrar o caminho que leva o ser humano ao encontro direto com a divindade.

Sua missão é promover a difusão, o estudo e a aplicação prática dos fundamentos do Gnosticismo Contemporâneo, assim como da Gnosis eterna e universal que está presente em todas as grandes culturas e tradições antigas, preservando e dando ênfase à obra escrita e transcrita de Samael Aun Weor, grande Mestre gnóstico do século XX.

Nossos estudos estão fundamentados na Sabedoria Oculta destas antigas culturas e civilizações serpentinas, pois os iniciados daqueles tempos experimentaram a Gnosis em si mesmos e souberam comunicar este conhecimento através de manuscritos, edificações, poemas, mitos, símbolos e alegorias.

Em paralelo à este estudo cultural, a Sociedade Gnóstica também promove uma profunda investigação antropológica e psicológica, fazendo surgir a compreensão do Homem a respeito de si próprio, para que esteja integrado à Natureza e ao Universo que o cerca. É à este processo íntimo e revolucionário que chamamos Gnosis.

Gnosis é uma sabedoria eterna e universal que permite à alma desvendar os Mistérios Divinos que se manifestam no Universo, na Natureza e no Homem, e que tem como objetivo servir de instrumento místico e prático para a reflexão serena sobre as questões fundamentais da existência, a compreensão de quem somos, de onde viemos, para onde vamos e por que existimos.

Através da Gnosis, que se manifesta na consciência desperta, encontramos as respostas para as questões mais fundamentais da vida, colaboramos para aliviar o sofrimento da humanidade e alcançamos a felicidade.

Seus princípios foram ensinados entre os sábios das antigas civilizações em todo o mundo. Foram transmitidos pelos sacerdotes e sacerdotisas do antigo Egito, estiveram registrados entre os filósofos de Alexandria, circularam entre os Essênios, foram transmitidos por Cristo, seus Apóstolos e Apóstolas, foram defendidos pelos Templários e honrados até a morte pelos Cátaros, cultivados de maneira profunda e misteriosa no Oriente, em toda China, Índia, Tibete e Japão, assim como aqui nas Américas, antes da invasão dos europeus, pelos Maias, Incas e Astecas.

Nas últimas décadas, estes princípios vêm sendo transmitidos a partir da reorganização feita por Samael Aun Weor, que deu forma a uma doutrina clara, simples e objetiva, e originou o Movimento Gnóstico, uma corrente de pensamento esotérico que atravessou fronteiras e oceanos, fazendo-se presente em todos os continentes.

Hoje, a Sociedade Gnóstica Internacional se apresenta como uma organização continuadora da Tradição Esotérica e das atividades do Movimento Gnóstico, aplicando com respeito e fidelidade as instruções deixadas pelo seu fundador para que os seus discípulos continuassem avançando no estudo, na prática e na difusão desta sabedoria perene.

Então, para compreender melhor as origens e a missão à qual se dedica a Sociedade Gnóstica Internacional é necessário contemplar, com grande honestidade e clareza, qual o contexto de onde ela emerge. Somente assim será possível entender com exatidão qual era a realidade dos grupos gnósticos brasileiros, em especial os curitibanos, quando os primeiros membros de nossa comunidade dão início a esta obra de resgate da gnosis de Samael Aun Weor.

Sabemos que foi na década de 1950 que o Gnosticismo ganhou novo fôlego e, em pouco menos de uma década já se espalhava por quase todo o nosso continente. Ao nosso país, o Brasil, estes ensinamentos chegam no início da década de 1960, numa tímida e incipiente iniciativa que reuniria estudantes para a realização das primeiras conferências e a edição dos primeiros livros traduzidos para o português.

Esta primeira investida missional em terras brasileiras foi prejudicada pelo surgimento de muitos problemas, sendo o principal deles a insatisfação dos líderes locais com a difusão pública do Grande Arcano, numa atitude conservadora e retrógrada que contradiz a própria natureza da obra realizada pelo Avatar de Aquário e que, infelizmente, insiste em persistir até os dias atuais.

No curto período de apenas seis anos foi preciso que Samael Aun Weor escrevesse uma mensagem magistral aos gnósticos brasileiros, ensinando aos mesmos, mais uma vez, o caminho da santificação, do renascimento espiritual e do autêntico sacrifício pela humanidade.

Até que enfim, no mês de maio do ano de 1969, solicita permanência no Brasil o missionário gnóstico colombiano Luís Alfonso Romero Ramos, e através de seus esforços o Movimento Gnóstico começa a estabelecer bases sólidas em nosso país.

Três anos depois, após uma frutífera passagem por Belo Horizonte, Romero se estabelece em Curitiba. Leva consigo para o Alto da Glória, bairro tradicional da capital esotérica do Brasil, a Sede Nacional do Movimento Gnóstico, que fica instalada nas dependências da Mansão Gnóstica Samael Aun Weor, na qual funcionava o Lumisial Aquarius, dirigido por Saul Beckhauser, então um iniciado de Mistérios Menores conhecido como Arthemas nos mundos internos.

Seus valorosos esforços resultam na tradução de inúmeras obras de Samael Aun Weor ao português e, com o apoio do sábio Francisco G. A. Nascimento, na criação de um curso por correspondência formado por lições que eram chamadas Arcanos, os quais mais tarde continuaram a ser usados por outras escolas gnósticas.

Tão grande foi o sucesso deste curso que em 1974 já havia mais de três mil estudantes. Muitos deles acabaram se tornando líderes gnósticos, abrindo Santuários em várias partes do país. Contudo, neste mesmo ano acontecem eventos que levam ao racha e à formação de novos núcleos dissidentes e que resolvem seguir trabalhando em completa desarmonia.

Nesta época em que a gnosis floresceu em Curitiba, e consequentemente em todo o Brasil, o cenário político era avesso à livre associação entre pessoas e ao livre exercício do pensamento. Havia um clima de perseguição, medo e paranoia, consequências da ditadura militar que vigorava no país, e que se transformaram em traços psicológicos que criaram raízes profundas nas mentes das lideranças gnósticas locais daquela época.

Com o falecimento de Samael Aun Weor em dezembro de 1977, os pequenos grupos agora desunidos tornaram-se ainda menores e mais inexpressivos. Muitos fecharam suas portas, suspenderam as suas atividades ou ainda alteraram a sua finalidade, abandonando o Gnosticismo e aderindo a outras formas de espiritualidade.

Somente na década de 1990, quando os brasileiros vivem um novo despertar místico e esotérico impulsionado pela literatura de Paulo Coelho, uma nova onda de almas buscadoras se reintegraram à Gnosis. Os grupos existentes voltam a ganhar força e a crescer, mas infelizmente ainda sob a influência do conservadorismo e da mesma mentalidade paranoica, divisionista e autoritária daqueles mesmos líderes de outrora.

É neste contexto e nesta década que os jovens formadores da Sociedade Gnóstica Internacional começam seus estudos da doutrina gnóstica e atravessam as vivências íntimas daquelas grandes e inefáveis realidades ensinadas por Samael Aun Weor às almas buscadoras da verdade.

A decisão de formar uma nova organização para a difusão dos ensinamentos gnósticos surge com a constatação de que algo deveria ser feito em relação aos inúmeros equívocos conceituais e doutrinários que eram perpetuados pelas mentes escravizadas no passado, e aos equívocos éticos na condução de grupos e na relação com pessoas.

Para atestar o que estamos dizendo é suficiente recordar o infame episódio de Igazan Bindu, maior fraude do esoterismo gnóstico dos últimos tempos. Promovido por antigos colaboradores do Movimento Gnóstico, o fiasco foi o resultado direto de todos estes anos de arrogância, exclusivismo, fanatismo e autopromoção.

Além disso, é digno de nota que nesta década começam a ganhar força no Brasil, às custas deste cenário extemporâneo, inúmeras dissidências que apresentavam seus avatares, restauradores, veneráveis mestres, guias, vigários, bispos, reencarnações retumbantes e novos patriarcas, com todos os seus desvios práticos, alterações ritualísticas e distorções conceituais que acabam formando seitas à parte, ainda que em sua aparência procure identificar-se com a tradição inaugurada por Samael Aun Weor.

Partindo de uma revisão sincera das bases doutrinárias, organizacionais e ritualísticas deixadas por Samael Aun Weor, os idealizadores e formadores da Sociedade Gnóstica Internacional criaram este veículo institucional que pretende servir como farol para que os navegantes da sabedoria não mais se choquem contra as rochas do autoritarismo e as vagas dos falsos mitos personalistas.

Estamos de portas abertas a todos os Buscadores da Verdade, e é para eles que desenvolvemos atividades que aproximam o ser humano desta Ciência Divina que se apóia nos chamados Quatro Pilares da Sabedoria, que são a Ciência, a Religião, a Filosofia e a Arte. Nossa intenção é que um número cada vez maior de pessoas possa encontrar e trilhar o caminho que conduz para dentro de si mesmo, e ali encontrar a felicidade e o sentido de sua própria existência.

Nossas reuniões de estudo e prática acontecem em todas as partes do mundo, e são realizadas em Santuários, Grupos e Lumisiais Gnósticos, autênticos centros de sabedoria prática e transcendente. Estes modernos santuários que concentram e irradiam a Luz das Luzes estão organizados segundo as últimas diretrizes administrativas, jurídicas e pedagógicas deixadas por Samael Aun Weor para toda a comunidade gnóstica em junho de 1977, para garantir a fraternidade e a continuidade de sua obra.

Siga os impulsos de seu coração, as inquietudes espirituais de sua alma, e conheça melhor o Gnosticismo e a Sociedade Gnóstica acessando os materiais disponíveis em nosso site, que está repleto de textos e vídeos. Faça parte desta comunidade de investigadores dos Mistérios Gnósticos realizando o nosso curso online de Introdução a Gnosis e ao Gnosticismo e tornando-se um membro desta organização que se apóia nos arcanos da Tradição Esotérica e Gnóstica e transmite com fidelidade os ensinamentos dos autênticos Mestres Espirituais.

Perguntas Frequentes:

Quem são os criadores da Sociedade Gnóstica?

Os criadores da Sociedade Gnóstica são integrantes de uma pequena comunidade de investigadores dos Mistérios Gnósticos que pesquisaram e aplicaram em si mesmos os ensinamentos de Samael Aun Weor diretamente da fonte, sem intermediários, e decidiram romper com a forma extemporânea e obsoleta de se ensinar e viver estes mesmos ensinamentos. A partir desta vivência da GNOSIS em si próprios, de uma profunda e ampla pesquisa dos temas gnósticos na Tradição Esotérica, e do conhecimento da confusa e turbulenta história recente do Movimento Gnóstico, estes investigadores decidiram criar uma organização que resgatasse e preservasse a obra de Samael Aun Weor, além das últimas instruções administrativas, jurídicas e pedagógicas deixadas pelo mesmo Mestre para o funcionamento do Movimento Gnóstico, e que jamais foram adotadas pelos seus continuadores.

Quem são os coordenadores da Sociedade Gnóstica?

Os coordenadores da Sociedade Gnóstica, em todos os seus níveis regionais, são Membros inscritos em Lumisiais Gnósticos filiados à SGI, eleitos pela comunidade gnóstica para os cargos administrativos segundo as normas do Estatuto da Sociedade Gnóstica, o qual está elaborado com base nas últimas instruções deixadas por Samael Aun Weor em junho de 1977. Estes cargos são meramente administrativos, possuem duração limitada, e não se confundem com aspectos esotéricos de cada indivíduo ou com funções pedagógicas e eclesiásticas.

Quais são os Mestres que orientam a Sociedade Gnóstica?

O Mestre que orienta a Sociedade Gnóstica é Samael Aun Weor, através de sua inspiração mística nas almas dos membros da comunidade gnóstica, através de sua obra escrita e transcrita, e também de suas últimas orientações administrativas e jurídicas relativas ao Movimento Gnóstico e seu funcionamento.

Qual é a relação da Sociedade Gnóstica com os outros Mestres Gnósticos?

É uma relação de respeito e admiração pelos Mestres Litelantes, Gargha Kuichines e Rabolú, pelos seus esforços na construção do Movimento Gnóstico e pelos seus ensinamentos. Ainda assim, é Samael Aun Weor, sua inspiração mística, sua obra e suas orientações administrativas e jurídicas que guiam as atividades da Sociedade Gnóstica.

Então a Sociedade Gnóstica não reconhece outros Mestres Gnósticos?

A Sociedade Gnóstica não reconhece como Mestre a nenhum dos indivíduos que vêm se apresentando nas últimas décadas, desde o ano de 1978, como guias, patriarcas, restauradores, avataras, veneráveis mestres, reencarnações e demais atribuições, títulos e graus. Ainda assim, estamos conscientes de que a união mística entre a Alma e o Íntimo faz surgir um novo Mestre, e se a GNOSIS ensina as ferramentas para esta união, é apenas natural esperar que novos Mestres surjam quando Alma Humana esteja pronta. Mas o que se tem visto na história do Gnosticismo Contemporâneo é o surgimento de oportunistas carentes de vivência espiritual e repletos de interesses pessoais, que se travestem com personalidades que pretendem ser sublimes mas que em verdade são perversas, pois se aproveitam do respeito que as pessoas têm pela figura dos Mestres e assim criam seus séquitos de crentes. Jamais devemos perder de vista que a instrução fundamental de Samael Aun Weor a este respeito é de que o estudante gnóstico siga o seu próprio Mestre Interior.

Não reconhece nem mesmo Teófilo Bustos, conhecido como Lakhsmi Daimon, restaurador das Instituições Gnósticas, desvelador das 33 Joias do Dragão Amarelo, e reencarnação de Moisés, Confúcio, Sócrates e Judas Iscariotes?

Somos uma organização que se fundamenta numa Tradição Gnóstica bastante definida, com uma base doutrinária clara e precisa, e como já dissemos acima, a Sociedade Gnóstica não reconhece como Mestre a nenhum presumido guia, patriarca, restaurador, avatara ou venerável mestre que tenha se apresentado nos últimos tempos. Mas respeitamos as novas formas religiosas que podem emergir do contexto inaugurado pelos esforços de Samael Aun Weor e continuado pelos seus discípulos de ontem e de hoje.