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27 set 2011

A Magia Astral do Gato Preto

Poucos animais sofrem tanto com a superstição como o gato preto. Em um passado medieval marcado pela ignorância e pela superstição, quando foram promovidas atrocidades contra seres humanos e animais, os felinos de pelo negro foram condenados por sua associação com a prática de bruxaria e de magia (negra ou branca), estigma que permanece até os dias de hoje.

Não é muito difícil encontrar livros e páginas da internet que contêm uma série de fórmulas mágicas sugerindo o uso do gato preto. Na maioria dos casos, quando a indicação não maltrata o animal, em alguns casos atentando contra sua vida, seu objetivo é causar mal a outras pessoas por intermédio dos poderes que este animal carrega consigo.

É famosa nos meios da magia prática a Magia do Gato Preto encontrada no livro de São Cipriano. Através dela, garante o folclórico autor, e contando com o auxílio de Lúcifer, pode-se realizar uma vingança contra um inimigo sem que ele se dê conta do mal que o afligirá.

Como é possível que uma criatura tão dócil possa servir para propósitos tão nefastos? De acordo com a magia elemental, os poderes das almas dos animais – chamados de elementais – possuem um poder de caráter neutro, podendo ser direcionados para o Bem ou para o Mal conforme a vontade do mago.

Os elementais animais estão sendo preparados na escala evolutiva para reencarnarem como seres humanos, Ainda não possuem autoconsciência, e por este motivo não possuem egoísmo, ou seja, estão alheios ao Bem e ao Mal.

E para aqueles que desejam experimentar uma fórmula mágica de imenso poder utilizando o elemental do gato preto, transcrevemos abaixo um relato muito interessante de Samael Aun Weor, no qual está descrito o procedimento simples e simpático de empregar a força anímica deste animal para realizar desdobramentos astrais conscientes.

Vamos agora conversar um pouco sobre os naguais, assunto que pertence às velhas tradições do povo mexicano. Chegam-me à memória múltiplos e extraordinários casos que merecem ser estudados. Oaxaca sempre foi um povo de místicas lendas, as quais os esoteristas deveriam conhecer.

Uma criança, quando nasce naquela região, é devidamente relacionada com os famosos naguais. Seja de noite ou de dia, os familiares farão um círculo com cinzas ao redor da casa. Disseram-nos que de manhã eles observam as pegadas que os animais do lugar deixaram nas cinzas. Se os rastros correspondem, por exemplo, a uma raposa montanhesa, ela será o nagual da criança. Se forem de qualquer outro animal da redondeza, será este o nagual, o Elemental, do recém-nascido.

Passemos agora para os naguais vegetais. Desde os antigos tempos enterra-se o umbigo do recém-nascido junto com o rebento de uma árvore qualquer. Obviamente, a árvore fica relacionada com a criança, crescendo ambas simultaneamente através do tempo. Saibam todos que o elemental da árvore pode ajudar à criatura com ele relacionada, em inúmeros aspectos da vida.

Vejam vocês que em Oaxaca essas tradições milenares não se perderam. Muitos nativos estão devidamente protegidos pelos elementais, aos quais foram vinculados no nascimento. Os Naguais são elementais ideais quando os amamos realmente. Um nagual extraordinário, sem sombra de dúvida, é o gato preto. Descreverei em seguida um experimento que fiz com esse animal:

Tínhamos em casa um pequeno gato preto. Propus-me a ganhar seu carinho e o consegui. Certa noite, resolvi fazer uma experiência metafísica transcendental. Deitado na cama, coloquei o inocente animal ao meu lado. Relaxei o corpo de maneira certa e concentrei-me profundamente no felino, rogando-lhe para que me tirasse do corpo físico. A concentração foi longa e profunda e durou, possivelmente, uma hora, quando adormeci por algum tempo.

De repente, uma extraordinária surpresa! Aquela criatura aumentou de tamanho e transformou-se num gigante de enormes proporções, deitado à margem da cama. Toquei-o com a mão direita e pareceu-me de aço. Seu rosto era negro como a noite e seu corpo irradiava eletricidade. O corpo tinha a mesma cor negra, mas abandonara a forma animalesca, assumindo compleição humana, com exceção do rosto que, ainda gigantesco, continuava sendo de gato. Foi uma coisa incrível, pela qual eu não esperava. Fiquei muito espantado a ponto de o afugentar com a Conjuração dos Sete do sábio rei Salomão. Voltando ao meu estado normal notei, com surpresa, que aquela inocente criatura estava junto a mim outra vez em forma de gatinho.

No outro dia, andei muito preocupado pelas ruas da cidade. Achava que já tinha eliminado o medo de minha natureza e eis que o nagual me pregara um tremendo susto. Entretanto, eu não queria perder aquela batalha.

Aguardei a noite seguinte para repetir o experimento. Coloquei novamente em minha cama o gatinho, à direita, como o fizera na noite anterior. Relaxei o corpo físico, não deixando nenhum músculo sob tensão. Depois, concentrei-me profundamente no felino, guardando no fundo do coração a intenção de não me assustar outra vez.

Soldado em estado de alerta não morre em tempo de guerra e eu já estava obviamente informado sobre o que previamente aconteceria. Portanto, o temor tinha sido eliminado de meu Interior. Transcorrido aproximadamente uma hora, em profunda concentração, repetiu-se exatamente o mesmo fenômeno da noite anterior. O elemental do gatinho saiu do corpo para adquirir a gigantesca e terrível figura humana.

Deitado em meu leito, olhei-o. Era verdadeiramente espantoso. Seu enorme corpo não cabia na cama. Suas pernas e pés sobravam em meu humilde leito. O que mais me assombrou foi que o elemental, ao abandonar seu corpo denso, pudesse materializar-se fisicamente, fazer-se visível e tangível aos meus sentidos, pois podia tocá-lo com minhas mãos físicas e seu corpo parecia de ferro.

Podia vê-lo com meus olhos físicos. Sua face era espantosa. Dessa vez não tive medo. Propus-me a exercer completo controle sobre mim mesmo e o consegui. Falando com voz pausada e firme, exigi que o elemental me tirasse do corpo físico, dizendo: “Gatinho, levanta-te desta cama.” Imediatamente aquele gigante pôs-se de pé.

Continuei, então, ordenando: “Tira-me do corpo físico e passa-me para o astral.” Aquele extraordinário gigante respondeu-me com as seguintes palavras: “Dá-me tuas mãos.” Claro que levantei minhas mãos e o elemental aproveitou para pegá-las e me tirar do corpo físico.

Aquele estranho ser era dotado de uma força incrível, mas irradiava amor e queria servir-me. Assim são os elementais… De pé, no astral, tendo junto ao leito o misterioso ser por companheiro, tomei novamente a palavra para ordenar-lhe: “Leva-me agora ao centro da Cidade do México.”

“Siga-me”, foi a resposta daquele colosso, que saiu de casa caminhando lentamente. Eu o acompanhei passo a passo. Andamos por diversos lugares da cidade, antes de chegarmos a San Juan de Letrán, quando por ali nos detivemos por um momento. Era meia noite e eu ansiava dar um final feliz àquela experiência. Vi um grupo de cavalheiros conversando numa esquina. Eles estavam no plano físico, portanto não me percebiam.

Então, pensei em tornar-me visível diante deles. Dirigi-me ao gigante nagual e com voz suave, porém imperativa, dei-lhe nova ordem: “passa-me agora ao mundo de três dimensões”, o mundo físico. O nagual pôs suas mãos sobre meus ombros, exercendo sobre eles certa pressão. Senti que abandonava o astral e penetrava no físico. Fiquei visível diante daquele grupo de cavalheiros, no lugar em que se encontravam.

Aproximando-me deles, perguntei: “Senhores, que horas são?” “Passam trinta minutos da meia noite”, respondeu um deles. “Muito obrigado! Quero dizer-lhes que vim agora das regiões invisíveis e que resolvi me tornar visível diante de vocês.” Palavras estranhas, não é verdade?

Aqueles homens olharam-me surpresos. Em seguida, disse-lhes: “Até logo, senhores; retorno de novo ao mundo invisível.” Roguei ao elemental que me colocasse outra vez nas regiões suprassensíveis e imediatamente o elemental obedeceu.

Ainda pude ver o assombro daquelas pessoas que tomadas de pavor afastaram-se apressadamente do local onde se encontravam. Novas ordens dadas ao elemental foram suficientes para que ele me trouxesse de regresso à minha casa. Ao penetrarmos no quarto, vi o misterioso ser perder seu descomunal tamanho e ingressar no pequeno corpo do felino que jazia no leito, precisamente pela glândula pineal, a qual situa-se na parte superior do cérebro. Fiz o mesmo. Pus meus pés astrais sobre a glândula citada e imediatamente senti-me no interior do corpo físico, que já despertava na cama.

Olhei o gatinho, fiz-lhe algumas carícias e agradeci, dizendo-lhe: “Obrigado pelo serviço prestado. Tu e eu somos amigos.” A partir daquele momento, constatei como esses felinos podem tornar-se veículos ideais para todos os aspirantes à vida superior. Com esse tipo de nagual, qualquer ocultista pode aprender a sair em astral, consciente e positivamente. Importa não ter medo, ser valoroso. Salientamos que para experimentos dessa natureza são requeridos gatos pretos. Muitos ignorantes ilustrados podem achar graça dessas declarações esotéricas, porém isso pouco importa. Estamos falando para pessoas espiritualmente inquietas, que anseiam o despertar da Consciência.

FONTE: Samael Aun Weor, Desfazendo Mistérios (Mirando al Misterio), Capítulo 16: Naguais

19 Respostas

  1. edna

    tive uma experiência involuntária com minha gata, há algs meses. Docinho foi adotada da rua, não tem raça definida e está comigo há 2 anos. Dorme e acorda comigo, me segue por toda a casa , comunica-se através de miados e dos olhos.
    Uma noite sonhei que ela chegava perto. no corpo de uma menina de cerca de 10 anos de idade, longilínea, esbelta, com um vestido antigo branco. Seu rosto era uma mistura de ser humano e gato e seus cabelos eram loiros quase brancos, lisos e enormes e eu os estava penteando com tanto carinho como se fosse minha filha.
    E em outra noite ela me apareceu do mesmo modo, seguia à minha frente e me chamava para segui-la.
    Assim, hoje tenho outra opiniçao sobre minha gata, a qual respeito e admiro como um ser em evolução, que me ama e me guarda.

  2. ano passado, eu estava preocupado com umas pendencias a se resolverem em minha vida, fui em um centro e la a entidade não deu importância na solução desses problemas e disse: ” os animais que sã colocados em vossa casa , não são a toa, dê atenção a eles em especial ao que está na vossa casa agora” o mesmo se tratava de uma gata preta que tinha acabo de dar cria , eu não tive mais duvidas , castrei-a imediatamente e desde então só tem sido vitórias em minha vida, no Egito antigo os gatos eram adorados, em homenagem a deusa BASTET , essa associação é medieval de ligação deles com forças das trevas

  3. marlene

    eu tenho gatos a muitos anos, amo mais gatos do que gente, durmo com 13 gatos na minha cama e te digo não tem no mundo pessoa que conheça a alma dos gato do que eu!a alma dele e pura, a do humano e suja!!vocês vão se dar mal um aviso…

  4. Lucas

    Olá Giordano! Excelente conteúdo. Não conhecia esse texto do VMS. Gostaria de saber sua opinião sobre a castração pois por um lado se interfere na natureza do animal mas por outro se evita a procriação, abandono e maus tratos que muitos animais sofrem. obrigado e abraço.

  5. Olá Lucas,

    Obrigado pela sua mensagem.

    Somente o desenvolvimento de valores da alma através do despertar e da revolução da consciência pode fazer com que a triste opção da castração não seja mais a alternativa adotada para resolver os problemas que a própria humanidade criou para os animais e para si mesma.

    Abraços Fraternos!
    Paz Inverencial!

  6. Luccas

    Pois é Giordano, a castração é um problema criado para resolver outro problema.
    Entendo que não é correto a intervenção humana na natureza animal, ainda mais neste aspecto. Por outro lado não vejo uma maneira alternativa a castração, já que atingimos um número maior de cães e gatos do que humanos. E principalmente os gatos, pois iniciam seu ciclo reprodutivo cedo (com 5 meses) e geram crias que são abandonadas pelas ruas.

    Paz inverencial!

  7. Exato querido irmão Luccas,

    Este é mais um exemplo do “beco sem saída” em que a humanidade se encontra.

    Se não houvesse a ignorância, não viveríamos este dilema. Por isso é tão importante nos dias de hoje espalhar a mensagem gnóstica de emancipação da alma, de liberação dos seus fragmentos aprisionados pelo ego, e assim colaborar com o cultivo das virtudes para que o mundo volte a ser um jardim perfumado pelos Valores do Ser.

    Abraços Fraternos!
    Paz Inverencial!

  8. Cássia Barros

    Muito interessando a matéria. Porém, faço um adendo. Nenhuma formula mágica é simples e nem todos tem uma preparação espiritual para realizar um desdobramento astral consciente. É bem temerário divulgar uma prática espiritual associada a força anímica de qualquer animal, como se fosse uma coisa simples, fácil e rápida. Não podemos esquecer que páginas da internet podem ser acessadas por qualquer pessoa, nem sempre com bons sentimentos e objetivos, e algumas pessoas podem usar um ensinamento aparentemente simples e seguro e por em risco sua segurança, a do animal e a de outras pessoas.
    Gratidão.

  9. Olá Cássia,

    O desdobramento astral consciente é algo natural e simples.

    Não é necessário transformá-lo em algo perigoso ou difícil de ser alcançado.

    Nosso anelo mais sincero é que todos possam realizar esta e outras prática de desdobramento astral consciente sem qualquer medo ou fantasia, e assim conheçam diretamente as realidades dos mundos superiores e a fonte do trabalho gnóstico que nos alimenta e dá sentido.

    Abraços Fraternos!
    Paz Inverencial!

  10. Leni E.Santo corrêa

    Gostei de saber mais sobre estes animais Respeito estes animais tenho 5 mais tigrados 1 preto achei todos na rua.prefiro eles no canto deles fora da minha casa.casinha no patio.

  11. renatakavinne123

    Eu tenho 2 gatas. Uma totalmente branca e a outra totalmente negra. São lindas e exóticas! Não conhecia essa técnica com gatos pretos. Quem sabe um dia venho a fazer.
    Abraços fraternos,

    Renata

  12. Fernanda Januário

    Vi por aqui vários comentários sobre a castração de animais, e peço licença para estender um pouco mais o assunto, além de também dar um pouco de testemunho sobre as criaturas fantásticas que são os gatos.

    Visitava o nosso quintal, no mês de junho, uma bonita gata mestiça de siamês; ela era arisca, não permitia aproximação, mas veio nos pedir comida duas vezes, a segunda acompanhada de seus dois filhotinhos bebês, um gatinho semelhante a ela, e outro preto. Minha avó colocou sobras de comida pra ela, mas os gatinhos, ainda muito novos, não comeram, provavelmente ela ainda os amamentava.

    Então, na manhã seguinte, eu sonhei que afagava a gata e ela se esfregava em minhas pernas, retribuindo o carinho. Eu dizia: “Eu gosto muito de você, minha amiga, mas não posso ficar com você. Mas seremos sempre amigas.” De repente, ela caiu à minha frente, como se estivesse subitamente doente, ficou muito fraca e não podia se levantar ou se mexer. Eu me enchi de aflição, abaixei-me para ver o que ela tinha, afagando seu pelo, enquanto ela me olhava e miava tristemente. Em seu pelo, começaram a surgir pequenos vermes brancos; eu tirei um pente fino do bolso e comecei a tirá-los, enquanto dizia palavras suaves a ela. Eu disse a ela que encontraria seus filhotes, que eles não ficariam separados, pois eram dois irmãozinhos que se faziam companhia e tinham muita ternura um com o outro. Minha mãe trouxe uma caixa de papelão no sonho, enquanto meu irmão ia procurar um dos filhotes que havia se separado. Eu continuei consolando a gata, desejei que ela se curasse, mas ela não reagia, me afligi por não saber o que havia com ela. Ela miava em reconhecimento, como se agradecesse.

    Então, eu acordei com o som de miados sob a minha janela, e deduzi que sonhara porque eles entraram no meu subconsciente durante o sono. levantei-me e fui ao quintal espiar os animais, constatando que se tratava dos filhotes, mas eles estavam sozinhos. Tive um mal pressentimento e ao me aproximar deles, ouvi uma voz alta masculina na vizinhança se defendendo da acusação de ter posto veneno a algum animal. Imediatamente, informei minha avó do ocorrido e do sonho. Ela ficou preocupada e colocamos leite para os pequenos. Quando me aproximei do portão, vi o corpo sem vida da gata na calçada, mais uma vítima da barbárie “humana”, do egoísmo…

    O gatinho preto fugiu algumas vezes, mas sempre voltava para junto do irmão. durante um tempo, minha avó tentou achar quem quisesse ficar com eles, mas sem sucesso. Então, nós os criamos e hoje eles são criaturas muito doces e sociáveis. o pretinho é muito carinhoso, rsrs Mas, por causa do que aconteceu com a gata, inclusive, minha avó quer castrá-los a fim de protegê-los e de que não se metam em bagunça por aí atrás das gatas da vizinhança – aqui tem um monte de felinos de rua, mais alguns que têm dono. Eles ficariam agressivos por causa dos hormônios do cio e poderiam até sumir por dias, etc.

    Preocupada com a questão, ontem fui dormir pensando nisso. Hoje cedo, ouvi os miados dos dois, pedindo a comida matinal, mas continuei meio que dormindo e acabei sonhando que ia até eles no quintal, e chegava à conclusão de que a base de qualquer solução era a paz. Acordei intrigada, pensando nisso, e concluí o seguinte, até o momento:

    “Paz. Não se inicia impunemente uma ação violenta. É lícito defender-se de uma, sobretudo se se souber escapar ao eterno ‘bate-rebate’ do pêndulo ‘ação-reação’, ao manejar/dirigir a força posta em movimento pelo adversário contra ele mesmo. (Princípio confuciano usado com êxito no Kung Fu e por Mahatma Gandhi, dentre outros.) Assim não opomos resistência de outra força semelhante, mas dirigimos o foco da mesma força.

    A castração animal é uma força de natureza violenta, que, como tal, não pode produzir resultado de natureza diversa, ou benefício. Ao interferir na natureza, o homem possui responsabilidade sobre ela. Se os ferormônios produzidos pelos espécimes em seus ciclos reprodutivos representam, muitas vezes, problemas, deve haver um modo de neutralizá-los. Hormônios artificiais para combater outros hormônios têm se mostrado tão ou mais prejudiciais que a castração. Assim, é na própria natureza que se deve buscar a solução. As glândulas e seus hormônios possuem sua contraparte fluídica, astral e espiritual, e suas correspondências. Toda substância possui uma gradação setenária. Certamente, é no próprio ferormônio que encontraremos seu ponto fraco.

    Para tanto, devemos estudar e meditar no funcionamento das glândulas do corpo, do sistema endócrino, para achar a chave para uma solução benéfica a todos os seres, que não lhes traga prejuízo algum. Desconhecemos essa chave porque desconhecemos o funcionamento de nossas próprias glândulas. Se viermos a conhecer nosso corpo, conheceremos os de quaisquer seres, pois funcionam sob os mesmos princípios e regras, mesmas correspondências. ‘Homem, conhece-te a ti mesmo, e conhecerás o Universo e os Deuses’.”

    Samael Aun Weor possui um livro, “Tratado Esotérico de Endocrinologia e Criminologia”, mas então dei-me conta de que não o estudei profundamente, nem tampouco meditei sobre o assunto. Se entendermos o sistema endócrino, poderemos dominar nossas próprias glândulas e as de outros seres, sem recorrer a métodos antinaturais, não saudáveis, ou prejudiciais.

    Bem, é isso, por enquanto, senti necessidade de compartilhar essas impressões, a fim de que possamos refletir e investigar juntos.

    Paz Inverencial e abraços fraternos a todos!

  13. Oi Fernanda,

    Muito obrigado pela sua mensagem.

    É realmente muito triste ver como o ser humano adulterou a natureza que o cerca – consequência da adulteração de sua própria natureza interior – e precisa ficar encontrando alternativas cruéis para lidar com os efeitos de sua própria crueldade.

    Fico muito grato pelas suas reflexões, são muito oportunas em um tema tão delicado.

    Abraços Fraternos!
    Paz Inverencial!

  14. Daniela

    Olá! Gostaria de saber… isso só funciona com gatos pretos? Tenho um gato siames quem nem completou um ano ainda de vida.

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