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12 jul 2012

Adolf Hitler e o Homem das Luvas Verdes

Em toda a história existem registros da ligação entre inúmeras irmandades, ordens mágicas e sociedades secretas e o mundo da política. Um dos maiores exemplos desta conexão são os Cavaleiros Templários, o exército de santos guerreiros da Igreja Católica, e a Maçonaria, que influenciou diretamente a Independência do Brasil.

No século passado, a Alemanha Nazista também estabeleceu laços com fraternidades secretas, e são conhecidas as influências recebidas da Sociedade Thule e a Sociedade Vril, das quais fizeram parte eminentes oficiais nazistas. Contudo, ainda existe muito mistério a respeito do Homem das Luvas Verdes, o mago tibetano que exerceu a mais decisiva influência sobre Adolf Hitler.

Desde o início de sua carreira política, Hitler esteve em contato muito próximo com diversos personagens místicos alemães, de quem aprendera os maiores segredos do ocultismo e da magia.

Entre estes segredos, Hitler aprendeu o arcano dos arcanos, a mais poderosa das chaves da magia, capaz de conferir os poderes humanos e sobre-humanos mais extraordinários, como os que transformaram um simples soldado em um dos maiores líderes políticos de todos os tempos.

Segundo o relato de Samael Aun Weor a este respeito, Adolf Hitler realizou trabalhos mágicos em conjunto com sua companheira Eva Braun, e ambos conquistaram progressos impressionantes.

Mesmo assim, e segundo o relato do autor, Hitler acabou entrando na esfera de influência de um personagem sinistro que os oficiais nazistas chamavam de Homem das Luvas Verdes, que a partir de determinado momento começou a ensinar Adolf Hitler a cristalizar de maneira negativa as energias que eram movimentadas através daquela chave mágica de grande poder recebida de lábios a ouvidos por ocultistas alemães.

Hitler poderia ter se transformado num líder que recuperaria a potência alemã de maneira pacífica, fazendo com que seu país convivesse de forma harmônica e produtiva com os demais países europeus, e equilibrasse a disputa entre o capitalismo e o comunismo, a qual lançou sobre o mundo nas décadas seguintes a sombra da destruição nuclear do planeta.

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Ao invés disso, manipulado pelas influências nefastas do Homem das Luvas Verdes, ele se converteu no chanceler absoluto da Alemanha, impôs sua ideologia política sobre a diversidade partidária de seu país e estendeu os tentáculos do nazismo em direção aos países fronteiriços. Sua violência sem limites era fruto do emprego egoísta da magia.

Existem pouquíssimas informações a respeito desse personagem misterioso que teria manipulado o trabalho alquímico de Adolf Hitler e colaborado com a transformação da Alemanha de fênix em harpia. Sua identidade permanece até hoje um mistério, mas seus feitos deram origem a muitas lendas e especulações que formam a história oculta do Nazismo.

Durante o período que antecedeu a ascensão de Hitler ao poder, circulava pela então República de Weimar um ocultista identificado por alguns como sendo o Mago das Luvas Verdes, mas que não era tibetano, e sim judeu. Por um breve período de tempo ele agiu como uma espécie de profeta de Adolf Hitler e do Partido Nazista. Seu nome era Erik Jan Hanussen.

Logo após a Primeira Guerra Mundial, o habilidoso clarividente Hanussen realizava demonstrações públicas de seus poderes para grandes auditórios. Imediatamente se tornou muito próximo de muitos oficiais do Partido Nazista, até que Hitler resolveu aprender de Hanussen as habilidades para se comunicar com seu público de forma persuasiva e até mesmo hipnótica.

Seu maior feito como clarividente foi prever o Incêndio do Reichstag, fato decisivo para o estabelecimento da Alemanha Nazista e a tomada do poder absoluto por Adolf Hitler. Contudo, este evento custou a vida de Hanussen, que foi assassinado pelos seguranças pessoais de Hitler, muito provavelmente por saber demais a respeito deste incidente.

No entanto, o verdadeiro Homem das Luvas Verdes era um membro do Clã dos Dag Dugpas, e havia se estabelecido em Berlin na década de 1930, e desde então trabalhava em conjunto com seu sinistro grupo de Adeptos de Agartha e Shambhala, estabelecendo contatos nos mais altos escalões da inteligência nazista, em especial Heinrich Himmler, e conquistando a confiança, a admiração e o assombro do próprio Adolf Hitler.

Uma das lendas associa a chegada do Homem das Luvas Verdes e dos Adeptos de Agartha e Shambhala à Alemanha através de uma expedição de oficiais nazistas da Ahnenerbe, a divisão investigativa encarregada de descobrir evidências arqueológicas e antropológicas sobre as origens dos arianos. Assim como muitas outras expedições, esta tinha sido enviada ao Tibete para encontrar os segredos da gênese da raça ariana, mas acabou encontrando algo muito mais assustador.

Para conseguir sucesso em sua busca, a expedição precisou escalar os picos gelados dos Himalaias, e com isso enfrentou diversos obstáculos naturais como nevascas e avalanches. Muitos homens morreram ou acabaram se perdendo em meio à neve, mas um deles foi capaz de encontrar um estranho monastério, cujas portas em ouro maciço se abriram misteriosamente à sua frente.

Em seu interior havia um grupo de monges tibetanos vestidos em túnicas verdes. O líder daquele grupo misterioso se aproximou do exausto oficial nazista, posicionou suas mãos cobertas por luvas também verdes sobre sua cabeça e fez circular por seu corpo de maneira misteriosa uma energia que o permitiu recuperar sua vitalidade.

Articulando a língua alemã com perfeição, o monge tibetano das luvas verdes manifestou de maneira extremamente persuasiva sua intenção de se encontrar com Adolf Hitler, a quem se referia como o novo rei de Thule. Então, os Adeptos de Agartha foram apresentados a Heinrich Himmler, que ficou impressionado com as habilidades mágicas dos monges e decidiu que eles poderiam ser muito úteis para os seus estudos ocultistas.

O Homem das Luvas Verdes e seus monges Adeptos de Agartha se tornaram um dos maiores enigmas do Terceiro Reich, devido à forma como se movimentavam através dos corredores do poder, exercendo sua múltipla influência nos mais altos dignatários nazistas, aconselhando Himmler em diversas ocasiões e celebrando diversos encontros provados com o próprio Hitler.

Como membro do Clã dos Dag Dugpas, o Homem das Luvas Verdes possuía conhecimentos muito sutis de magia negra, os quais utilizou para manipular Adolf Hitler e usar o Fuhrer como fantoche para os seus propósitos mágico-políticos. Há muitos relatos deste personagem realizando expedições em busca de objetos mágicos por toda a Europa, e inclusive realizando viagens atrás das linhas inimigas, seja em Londres ou Moscou, movendo as peças inconscientes de seu tabuleiro de dominação mundial.

12 Respostas

  1. Salomão

    Há algo equivocado aí. Agartha é um reino de seres perfeitos. Veja a menção sobre este reino no livro de Ferdinand Ossendowski, Bestas, Homens e Deuses onde ele conheceu o templo no qual o próprio Rei do Mundo, o Gênio da Terra, Melkizedek apareceu e fez uma profecia para a humanidade.

  2. Equívoco nenhum.

    Os sinistros Dag Dugpas que entraram em contato com Hitler sob o comando do Homem das Luvas Verdes se apresentaram na Europa com esse nome, os Adeptos de Agartha e Shamballa, e isso é um fato.

    Provavelmente o fizeram pois estas terras lendárias tinham se tornado populares devido às honrosas menções presentes nas obras de d’Alveydre, Ossendowsky e Blavatsky, bem como na mitologia budista. No entanto, isso não significa que tenham vindo da mítica Agartha, e nem isso está sendo afirmado no texto.

  3. Luiza

    boa tarde,

    descobri este site “por acaso” e ja que nada acontence por acaso, estou curtindo muito.

    obrigada por proporcionar um momento tao agradavel de leitura :)

  4. Francisco

    Boa noite Giordano
    Eu tinha informação que havia um verdadeiro monge tibetano que daria as coordenadas para Hitler. Esse monge foi morto e um impostor ocupou o seu lugar desviando Hitler do caminho.
    Fez com que perdesse tempo matando inocentes judeus e deixando que certa elite prosseguisse com os protocolos…
    Foi enganado pq deixou a vaidade sobrepor a si mesmo… Não havia morrido o suficiente

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