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O Inferno e o Céu Coletivos

Mestre e discípulo foram até uma região onde havia fartura de arroz mas os habitantes daquele lugar possuíam talas em seus braços, o que os impedia de levarem o alimento à própria boca. No meio daquela fartura, passavam fome e eram fracos e subnutridos!

“Veja!”, disse o Mestre. ”Isto, é o inferno coletivo.”

Em seguida, o Mestre guiou o Discípulo para uma região próxima e mostrou que nela também havia fartura de arroz e as pessoas também tinham os braços atados a talas mas eram saudáveis e bem nutridas pois uma levava o arroz à boca do outro, em um processo de interdependência e cooperação mútua.

“E isto é o Céu coletivo.”

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Sobre o Autor

Giordano Cimadon é psicólogo, escritor e professor gnóstico do Lumisial Pistis Sophia, atual Presidente da Sociedade Gnóstica Internacional e editor deste site.

Comentários (1)

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  1. Benilton disse:

    Na parte final do filme de Constantine revela-se um exemplo clássico de Inferno e Céu Coletivo.

    Constantine abdicou de tirar benefício próprio, do favor que o Demônio lhe dera, em prol de Isabel e conseguiu restabelecer a vida da moça.

    Por conseguinte o mocinho Constantine continuava a morrer, mas sendo sabedor de que uma “Lei Maior sempre lava uma Lei Menor” ele não iria ao Inferno e sim ao Céu, por tanto ele sabia que a renúncia de si mesmo em favor de Isabel lhe valia a pena.

    Então, a fim de evitar que isso sucedesse de imediato o Demônio, enganado, obrigou-se (também) a restabelecer a vida de Constantine.

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