Lutemos
Um brilho intenso que desponta em um horizonte desconhecido.
Um vento que sopra em árvores “toca-céus”,
levando folhas de esperanças a um vale qualquer,
onde os risos se apagaram pelos malditos dogmas, crenças e pseudo salvações.
Por sorte sempre há o rufar dos tambores de Ares,
anunciando a destruição dos aprisionadores de deuses.
A hora chegou, a espada foi afiada, o escudo polido.
É o momento de vestir a armadura metálica,
feita do próprio mitril interior.
Todos clamam em alto brado,
o eufórico anseio de Amor, Vida, Luz, Liberdade e Triunfo.
Irmãos, a hora é essa.
Nossas espadas clamam por nosso sangue.
A terra clama pela tinta vermelha de nossos inimigos.
Os tambores honram aqueles que já estão mortos.
O corno do Touro Sagrado é tocado
chamando o grande exército vermelho de Aquário
para o derradeiro instante do Cosmo.
A hora é essa.
Cicatrizes serão nossas medalhas.
Nossas glórias serão cantadas
e nossas almas encontrarão repouso em novas batalhas.
Que os deuses não tirem de nós
as sagradas armas tingidas por nossas vitórias.
A hora é essa.
Marchemos pelos campos da Morte em sua companhia.
Marchemos pelos campos da glória.
Lutemos unicamente em honra a Nuit.
Em honra ao Absoluto.
Lutemos. Lutemos. Lutemos.
Autora: Luciane Genoveva Brum








Parabéns …Òtimo e inspirador!
Palavras para repetir-mos em silêcio de nosso ser e criar raizes em nossos corações.Pois, as palavrs criam e voltam acriar(O Verbo).Mas, para isso é só pronunciá-las com força e muita fé em nosso interior!
valeu Brum, foi ótimo ler essas linhas de inpiração, coragem, força, determinação fé e amor.
Muito obrigado, mesmo irmã de luta!
do irmão e amigo
darlann thiéres
Ponta Grossa.
cole e pode corrigir alguns erros.
obrigado.
As necessidades coletivas nos prendem e obrigam-nos a viver dependentes de um sistema de vida pluralizado experimentando a mesmas realidades e forjando uma vida sem sentido algum, com um sabor superficial.
Vivemos em esferas que se movimentam em ciclos, sempre retornando os ciclos anteriores, trazendo hora momentos de paz, em outros de felicidade e outros de preocupação e dor; somos vulneráveis a nós mesmo.
Será que sabemos o que ser livre? O homem já não sente a beleza e a pureza da essência humana, só restam os instintos do ego; as formas de viver no aspecto coletivo e corriqueiro já não proporcionam uma satisfação completa.
As causas e razões que fazem o homem travar suas batalhas, tanto interna como externa, são fatores que não faz sentido algum.
A conquista dentre as milhares de batalhas, sejam elas de quaisquer naturezas, somos presos e solitários em um caminho que nos faz ser um número a mais em vez de ser a causa e razão da existência
Sobre tudo aquilo que lhe dá o ânimo como alento primordial, é a causa da sua busca profunda e fundamental.
Muito bom, como faço compartilhar meus poemas no site?