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	<title>Comentários sobre: Curso Online de Meditação</title>
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	<description>A Sociedade Gnóstica é uma organização sem fins lucrativos, que promove a difusão, o estudo e a prática do Gnosticismo Contemporâneo, do Esoterismo e das Ciências Ocultas, através de palestras, eventos e cursos online.</description>
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		<title>Por: jose arsenio</title>
		<link>http://www.sgi.org.br/cursos-especiais/curso-online-de-meditacao/comment-page-1/#comment-973</link>
		<dc:creator>jose arsenio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 08:24:13 +0000</pubDate>
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		<description>Bom Dia Geordano,

Quero fazer o vcurso de gnosis mais acho que ainda não esta desponivel,contudo quero saber,qual a finalidade do livro as claviculas de salomão?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom Dia Geordano,</p>
<p>Quero fazer o vcurso de gnosis mais acho que ainda não esta desponivel,contudo quero saber,qual a finalidade do livro as claviculas de salomão?</p>
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		<title>Por: nousvate</title>
		<link>http://www.sgi.org.br/cursos-especiais/curso-online-de-meditacao/comment-page-1/#comment-937</link>
		<dc:creator>nousvate</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 13:31:49 +0000</pubDate>
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		<description>A mente só serve para nos prender a existência a Felicidade autêntica e legítima,, só é possível quando nos emancipamos do intelecto racionario , Porém, devemos reconhecer que há um inconveniente para essa  libertação da Essência,que e o batalhar das antíteses. 

Toda ação da mente nos leva algum tipo de beco sem saída as questões da mente nos prendem a uma condição que pensamos ser ali a única coisa a existir.  

A todas a lucidez resulta em compreender que quando cessa a mente termina a luta entre os opostos, a Essência escapa e vive o Real no presente de forma livre espontânea.  

Este ato nos conduz ao novo e ao mundo das probabilidades.

A palavra MO significa silencioso dentro da reflexão serena, ou observação serena sem ação externa, no gnosticismo o termos serenidade e reflexão têm um sentido muito profundo e devem ser compreendidos em sua profundidade.

Portanto, a serenidade significa NÃO-PENSAMENTO e reflexão significa consciência intensa e clara de forma silenciosa e ativa.
  
Informação intelectual não é realidade profunda do ser, Erudição não é experiencia das formas cósmicas. São  exclusivamente tridimensional tais realidades alem da mente só e posivel com a meditação  profunda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A mente só serve para nos prender a existência a Felicidade autêntica e legítima,, só é possível quando nos emancipamos do intelecto racionario , Porém, devemos reconhecer que há um inconveniente para essa  libertação da Essência,que e o batalhar das antíteses. </p>
<p>Toda ação da mente nos leva algum tipo de beco sem saída as questões da mente nos prendem a uma condição que pensamos ser ali a única coisa a existir.  </p>
<p>A todas a lucidez resulta em compreender que quando cessa a mente termina a luta entre os opostos, a Essência escapa e vive o Real no presente de forma livre espontânea.  </p>
<p>Este ato nos conduz ao novo e ao mundo das probabilidades.</p>
<p>A palavra MO significa silencioso dentro da reflexão serena, ou observação serena sem ação externa, no gnosticismo o termos serenidade e reflexão têm um sentido muito profundo e devem ser compreendidos em sua profundidade.</p>
<p>Portanto, a serenidade significa NÃO-PENSAMENTO e reflexão significa consciência intensa e clara de forma silenciosa e ativa.</p>
<p>Informação intelectual não é realidade profunda do ser, Erudição não é experiencia das formas cósmicas. São  exclusivamente tridimensional tais realidades alem da mente só e posivel com a meditação  profunda.</p>
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		<title>Por: Paulo Sérgio</title>
		<link>http://www.sgi.org.br/cursos-especiais/curso-online-de-meditacao/comment-page-1/#comment-568</link>
		<dc:creator>Paulo Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 19:23:26 +0000</pubDate>
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		<description>Fui obrigado a fazer o meu comentário ao texto sobre Samael Aun Weor nesta parte do &quot;site&quot; relacionada com a meditação, mas mesmo assim farei uma pequena análise acerca do mesmo, bem como de todo o percurso envolvente deste fenómeno que se tem designado de movimento gnóstico.

Não se pode nunca esquecer o contributo essencial de Samael no que concerne ao aprofundamento dos estudos gnósticos em pleno século XX (20), no momento crucial para se entender, gnósticamente, as reais consequências de um conturbado periodo histórico da humanidade, fustigada pela via escolhida de desenvolvimento social e económico que tanto perturbou a sua verdadeira evolução e fez perigar as sadias e naturais condições de vida. 

Foi o corolário de um processo que se iniciou após a revolução industrial e que não mais parou até aos nossos dias, prejudicando todo o sistema ecológico e a sã convivialidade do ser humano consigo, com o seu semelhante e com a própria Gaia. Se os movimentos gnósticos surgidos pós revolução industrial pouco tinham consciência deste fenómeno, nascido algum tempo antes, Samael vislumbrou os seus resultados catastróficos e denunciou todas as causas que motivaram ou motivariam seus efeitos. Por isso é de louvar e glorificar essa clarividência revelada por Samael e divulgá-la a uma humanidade carente desta urgente mudança, face a problemas tão dilacerantes onde tanta coisa degenerou, perigando, drásticamente, a nossa qualidade existencial.

Se, por um lado, os movimentos gnósticos fôram importantes para se tomar consciência da liberdade interna, procurando a verdade no íntimo de nós mesmos, sem necessidade de intermediários na busca da auto-realização sem culpas formadas, por outro, resvalou, sobretudo na segunda metade do século XIX (19), para situações pouco dignificantes denotando compadrios  translúcidos com grupos revoltosos, que de revolução interna nada tinham, e atitudes perturbantes, confusas e perigosas que mais se encaminhavam para o descrédito do que para o enaltecimento sincero do Homem.

Esta é a barreira que separa o verdadeiro gnóstico do não gnóstico ou do falso gnóstico: abertura de consciência na honestidade dos propósitos, contrariando o que deve ser contrariado na senda da coerência e da dignidade do Homem. Sem esta distinção transparente e frontal só fica a perder a Gnose que tanto lutou, no caminho do progresso, pelo reencontro do Ser consigo próprio através do &quot;religere&quot; em cada um.

Abraço fraterno
Paulo Sérgio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fui obrigado a fazer o meu comentário ao texto sobre Samael Aun Weor nesta parte do &#8220;site&#8221; relacionada com a meditação, mas mesmo assim farei uma pequena análise acerca do mesmo, bem como de todo o percurso envolvente deste fenómeno que se tem designado de movimento gnóstico.</p>
<p>Não se pode nunca esquecer o contributo essencial de Samael no que concerne ao aprofundamento dos estudos gnósticos em pleno século XX (20), no momento crucial para se entender, gnósticamente, as reais consequências de um conturbado periodo histórico da humanidade, fustigada pela via escolhida de desenvolvimento social e económico que tanto perturbou a sua verdadeira evolução e fez perigar as sadias e naturais condições de vida. </p>
<p>Foi o corolário de um processo que se iniciou após a revolução industrial e que não mais parou até aos nossos dias, prejudicando todo o sistema ecológico e a sã convivialidade do ser humano consigo, com o seu semelhante e com a própria Gaia. Se os movimentos gnósticos surgidos pós revolução industrial pouco tinham consciência deste fenómeno, nascido algum tempo antes, Samael vislumbrou os seus resultados catastróficos e denunciou todas as causas que motivaram ou motivariam seus efeitos. Por isso é de louvar e glorificar essa clarividência revelada por Samael e divulgá-la a uma humanidade carente desta urgente mudança, face a problemas tão dilacerantes onde tanta coisa degenerou, perigando, drásticamente, a nossa qualidade existencial.</p>
<p>Se, por um lado, os movimentos gnósticos fôram importantes para se tomar consciência da liberdade interna, procurando a verdade no íntimo de nós mesmos, sem necessidade de intermediários na busca da auto-realização sem culpas formadas, por outro, resvalou, sobretudo na segunda metade do século XIX (19), para situações pouco dignificantes denotando compadrios  translúcidos com grupos revoltosos, que de revolução interna nada tinham, e atitudes perturbantes, confusas e perigosas que mais se encaminhavam para o descrédito do que para o enaltecimento sincero do Homem.</p>
<p>Esta é a barreira que separa o verdadeiro gnóstico do não gnóstico ou do falso gnóstico: abertura de consciência na honestidade dos propósitos, contrariando o que deve ser contrariado na senda da coerência e da dignidade do Homem. Sem esta distinção transparente e frontal só fica a perder a Gnose que tanto lutou, no caminho do progresso, pelo reencontro do Ser consigo próprio através do &#8220;religere&#8221; em cada um.</p>
<p>Abraço fraterno<br />
Paulo Sérgio</p>
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